sábado, outubro 25, 2014

Mudanças, um ciclo natural da vida.




 
Quando olho para o guarda roupa, vejo  varias peças que não me servem mais.  Algumas pequenas outras apertadas, assim também é com os sapatos. Acontece que quando faço uma limpeza encontro dentro da sapateira, sapatos empoeirados uns usados apenas uma única vez,  e outros que nunca foram usados.
 Mas tenho essa mania de querer insistir em algo que não me cabe mais, tento usar aquelas roupas apertadas, isso devido à falta de coragem de me despir delas. Aquele par de sapatos  que, aliás, bonitos por sinal, mas chega a dar calo nos pés, doe, sangra, portanto devo mudar os números, pois ao passar do tempo os pés crescem. Não poderia ser diferente comigo. Quem nunca mudou com o tempo? Aos poucos a gente vai deixando  de escutar certas músicas, de falar com certas pessoas, de usar certas roupas e sapatos. Comecei a mudar, fazer novas escolhas, conhecer novas pessoas,  a trilhar caminhos diferentes daqueles que fiquei há anos e nada acontecia.  Essa ânsia pela mudança é uma atitude que tomei quando parei, olhei  para o espelho e vi delicadamente meu reflexo que não estava como eu queria. Então comecei a colocar metas na  vida. Aliás, a mudança faz parte do ciclo da vida! Algumas pessoas vão conseguir me acompanhar outras não, insistir em ser a mesma não da, até porque em determinado momento,  acontece circunstâncias em nossas vidas que faz com que tudo mude.
Resolvi deixar as roupas pequenas e sapatos apertados; resolvi deixar as coisas chatas pra lá, resolvi não me importar mais com as opiniões alheias, pois ninguém tem nada a ver com aquilo que eu faço.  Desde que eu esteja feliz e bem, pra que se preocupar com que vão pensar? Vão pensar sempre!
Resolvi mudar, e penso  que mais importante não é o sapato bonito no pé lhe causando dores, muito menos a calça apertada apenas para deixa com o corpo bonito. Mas a minha mudança é me sentir bem comigo  mesmo, fazer as pazes com os meus  sentimentos, fazendo aquilo que quero sem prejudicar a ninguém, resolvi mudar correr atrás dos meus sonhos, porque os dias estão tão corridos e tenho tão pouco tempo.  Resolvi mudar e fazer tudo o que eu queria fazer sem perde tempo.  Por: Âmara Cristina S.



Quando olho para o guarda roupa, vejo  varias peças que não me servem mais.  Algumas pequenas outras apertadas, assim também é com os sapatos. Acontece que quando faço uma limpeza encontro dentro da sapateira, sapatos empoeirados uns usados apenas uma única vez,  e outros que nunca foram usados.
 Mas tenho essa mania de querer insistir em algo que não me cabe mais, tento usar aquelas roupas apertadas, isso devido à falta de coragem de me despir delas. Aquele par de sapatos  que, aliás, bonitos por sinal, mas chega a dar calo nos pés, doe, sangra, portanto devo mudar os números, pois ao passar do tempo os pés crescem. Não poderia ser diferente comigo. Quem nunca mudou com o tempo? Aos poucos a gente vai deixando  de escutar certas músicas, de falar com certas pessoas, de usar certas roupas e sapatos. Comecei a mudar, fazer novas escolhas, conhecer novas pessoas,  a trilhar caminhos diferentes daqueles que fiquei há anos e nada acontecia.  Essa ânsia pela mudança é uma atitude que tomei quando parei, olhei  para o espelho e vi delicadamente meu reflexo que não estava como eu queria. Então comecei a colocar metas na  vida. Aliás, a mudança faz parte do ciclo da vida! Algumas pessoas vão conseguir me acompanhar outras não, insistir em ser a mesma não da, até porque em determinado momento,  acontece circunstâncias em nossas vidas que faz com que tudo mude.
Resolvi deixar as roupas pequenas e sapatos apertados; resolvi deixar as coisas chatas pra lá, resolvi não me importar mais com as opiniões alheias, pois ninguém tem nada a ver com aquilo que eu faço.  Desde que eu esteja feliz e bem, pra que se preocupar com que vão pensar? Vão pensar sempre!
Resolvi mudar, e penso  que mais importante não é o sapato bonito no pé lhe causando dores, muito menos a calça apertada apenas para deixa com o corpo bonito. Mas a minha mudança é me sentir bem comigo  mesmo, fazer as pazes com os meus  sentimentos, fazendo aquilo que quero sem prejudicar a ninguém, resolvi mudar correr atrás dos meus sonhos, porque os dias estão tão corridos e tenho tão pouco tempo.  Resolvi mudar e fazer tudo o que eu queria fazer sem perde tempo.


  Por: Âmara Cristina S.

domingo, junho 22, 2014

Para ela



“Parei na beleza do sorriso, na singeleza de cada vogal e consoante que destilava como mel dos seus lábios. Na troca de olhares que me invadia como a luz do sol ao romper da noite, quando nos corredores nos esbarramos e trocamos rápidas palavras. Quando seus cabelos voaram ao vento, naquele dia em que estivemos lá, nas montanhas da tão imensa Minas Gerais. Parei, quando ao som de John Mayer ela dormiu no banco de traz do carro enquanto eu a espiava pelo espelho e contemplava tão grande encanto. Parei de repente e fiquei a olhar, as curvas, a alma, os olhos, os lábios, o cheiro, a imaginar o gosto do beijo, o calor do abraço e a emoção que sentiria caso pudesse apenas tocá-la. Quão grande formosura, tão rara que nem mesmo ela parece perceber. Depois de tudo, de um salto acordei e percebi que estava a compor devaneios. Em seguida deixei-a partir da lembrança, guardando lá na memória os olhos, o cheiro e o encanto que outrora me tirára o ar”  (Ronnie C Rocha)

Nova estação



“Deixe-me perceber as folhas caírem nesta virada de estação, e o show das flores ao desabrocharem, onde cada pétala surge com beleza incomparável. Cada cor, cada tipo, verde, vermelha, rosa, roxa, amarela, não importa, só quero ter tempo para assistir o espetáculo da natureza sendo regida pelo seu criador, se rendendo à sua majestade, se curvando diante de suas leis e formando um mundo que começa do preto e branco e se transforma no mais belo emaranhado de cores que enfeitam os dias desta primavera.” 
(Ronnie C Rocha)

Crianças


“Vejo a simplicidade no olhar das crianças. Elas interagem com o meio, se interessam pelo gosto e o cheiro das coisas. Não se importam com o amargo ou doce, simplesmente se atrevem. São desajeitadas, cambaleiam quando se arriscam a dar alguns passos; mesmo que não saibam andar. Sujam-se e não dão importância à opnião alheia. Seus olhos,  ainda que pequenos, enxergam os detalhes e não o todo que os cercam. Elas são tão pequenas, mas possuem um coração do tamanho do mundo. Fazem caretas quando não estão satisfeitas, são verdadeiras, não se deixam contaminar pela máscara da falsidade. Elas trazem em si todas as possibilidades. Por isso o seu mundo é sempre cheio de cores e pode se transformar, a qualquer tempo, em um playground onde a única preocupação é brincar sem se importar com o dia de amanhã”.  (Ronnie C Rocha)

Cansei



“Cansei da realidade, agora preciso de um pouco de ilusão.Enfadei-me com as estruturas eclesiáticas, sistemáticas demais para minha pobre intelectualidade. Enfastiei-me ao ver amores eternos que um dia se acabaram, ao saber que o  super-man é sensível à criptonita e que o Papai Noel é só um homem vestido com roupas vermelhas e barbas postiças. Chatiei-me ao saber que qualquer semelhança com os finais de novelas são meras coincidências e que os fogos de reveilon e as roupas brancas não garantem um ano seguinte melhor na virada de dezembro para janeiro. Sobremodo escandalizado em meio a tanta realidade, canse-mei dela; agora preciso de um pouco de ilusão. Quero acreditar nas juras de amores eternos, nos super-herois de minha infância, nas familias perfeitas dos comerciais de margarinas, nos casais felizes dos finais de novelas.  Quero ter fé nas luzes que enfeitam o natal e nos fogos que clareiam a noite de reveilon. Quero crer nas estruturas eclesiásticas que garantem pregar o amor, nas idéias  platônicas sobre o mundo das idéias, nos ideais quiméricos de Karl Marx e nas quinhentas e não sei quantas amizades utópicas que tenho no facebook. (Ronnie C Rocha)